.
.
Passeava eu certo dia bom
Num determinado sitio outrora mágico
Com pessoas na explanada á sombra
Sítio calmo com musica ambiente
Cafés são tomados um após o outro
Contudo roubando fregueses
Na barraquinha das bugigangas
Sente-se falta do engraxador
Que está hoje ausente no quotidiano
É o senhor aguando as flores do recinto
É a competição pela melhor flor
É a florista que nada vende
Numa esquina ouve-se o vendedor
De raspas de sorte e dinheiro
Que nada faz sem seu banco de encosto
Ao longe a charrete parada
O dono de chapéu de cartola soa ao sol
Somos nós que só olhamos
É o turista que nada gasta
Instalou-se a crise na Matriz
.
.

Sem comentários:
Enviar um comentário