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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Quotidiano na Matriz - Ponta Delgada

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Passeava eu certo dia bom
Num determinado sitio outrora mágico
Com pessoas na explanada á sombra

Sítio calmo com musica ambiente
Cafés são tomados um após o outro
Contudo roubando fregueses
Na barraquinha das bugigangas

Sente-se falta do engraxador
Que está hoje ausente no quotidiano

É o senhor aguando as flores do recinto
É a competição pela melhor flor
É a florista que nada vende

Numa esquina ouve-se o vendedor
De raspas de sorte e dinheiro
Que nada faz sem seu banco de encosto
Ao longe a charrete parada
O dono de chapéu de cartola soa ao sol

Somos nós que só olhamos
É o turista que nada gasta
Instalou-se a crise na Matriz
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